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Vendas no varejo abrem 2018 em alta, aponta IBGE

Segundo o Instituto, a revisão foi provocada por novas informações obtidas pela pesquisa e pelo próprio ajuste sazonal. A revisão foi especialmente em hiper e supermercados e em móveis e eletrodomésticos.

Após a forte queda do fim de 2017, o volume de vendas no varejo teve crescimento no início deste calendário. Houve alta de 0,9% em janeiro, perante o mês anterior, descontados os efeitos sazonais, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em dezembro de 2017, as vendas varejistas registraram queda de 0,5%, em vez de baixa de 1,5%. Segundo o IBGE, a revisão foi provocada por novas informações obtidas pela pesquisa e pelo próprio ajuste sazonal. A revisão foi especialmente em hiper e supermercados e em móveis e eletrodomésticos.

Na comparação com janeiro de 2017, o varejo teve alta de 3,2%. Com isso, as vendas do varejo passaram a apresentar crescimento de 2,5% nos últimos 12 meses, melhor resultado desde novembro de 2014 (2,6%).

O resultado de janeiro veio acima da média estimada pelo Valor Data, apurada com 25 consultorias e instituições financeiras, de aumento de 0,5%. O intervalo das projeções ia de queda de 0,5% a expansão de 1,1%.

Quanto à receita nominal (sem desconto da inflação), houve crescimento de 0,6% na passagem de dezembro de 2017 para janeiro deste ano, descontados os efeitos sazonais. Perante o primeiro mês de 2017, a receita nominal avançou 3,3%. Em 12 meses, o IBGE apontou elevação de 2,3%.

Incluindo veículos e motos, partes e peças, e material de construção, o volume de vendas no varejo ampliado teve queda de 0,1% na passagem do fim de 2017 para o primeiro mês do calendário atual.

As vendas de veículos aumentaram 3,8% em janeiro enquanto o volume de vendas de materiais de construção recuou 0,2%.

O resultado de janeiro veio em linha com a estimativa média de 21 consultorias e instituições financeiras consultadas pelo Valor Data.

Quando comparado a janeiro de 2017, o volume de vendas do varejo ampliado cresceu 6,5%.

Em 12 meses, houve avanço de 4,6%. A receita nominal do setor teve alta de 0,2%.

Fonte: Valor Econômico

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