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Smartphones representam 60% das conexões móveis na América Latina

Brasil, México e Argentina lideram a adoção do 4G

Smartphone 4G
Os smartphones representam seis de cada dez conexões móveis na América Latina, estimulando o uso de redes sociais e outros serviços móveis em toda a região. Segundo os novos dados do Mobile Trends Report, da GSMA, apresentado esta semana, das 690 milhões de conexões móveis existentes na América Latina, neste trimestre, 60% correspondem a um smartphone. O estudo também destaca a forte migração na região para o 4G, que hoje representa quase 25% das conexões. Brasil, México e Argentina lideram no caso do 4G.

“Os smartphones representavam menos de 10% das conexões móveis em 2012, o que mostra o grande crescimento experimentado na região, nos últimos anos, e que levou à adoção das redes de alta velocidade”, diz Sebastian Cabello, diretor regional da GSMA para a América Latina. Este crescimento foi possível graças à queda dos preços dos smartphones e à crescente quantidade de subsídios e financiamento para os dispositivos oferecidos pelas operadoras móveis. Os smartphones têm sido um fator determinante na conversão da América Latina em uma das regiões com o maior uso de redes sociais no mundo.

“O ecossistema móvel latino-americano também está apoiando um ambiente de comércio eletrônico em rápido crescimento, bem como um poderoso ecossistema de start-up tecnológico localizado nos maiores centros regionais, como São Paulo, Buenos Aires e Cidade do México”, disse Cabello.

A tecnologia 4G representa aproximadamente 25% das conexões móveis da região, quase o dobro do registrado há um ano. Isso se deve à sólida adoção experimentada em grandes mercados, como Brasil, México e Argentina. No Brasil, 35% das conexões são feitas através de redes 4G, uma das maiores taxas de adoção em toda a América Latina.

Na realidade, a economia móvel está cada vez mais fortalecida na região, o que contribui, também, para impuylsionar o poderoso ecossistema de start-ups, cujo financiamento por investidores de capital de risco e fundos privados aumentou nos últimos anos.

Fonte: GSMA - Pimenta Comunicação

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