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Qualcomm troca presidente do conselho e tenta evitar venda para Broadcomm

Já a empresa de Cingapura prometeu ao governo americano não vender ativos críticas para segurança nacional se aquisição hostil da desenvolvedora de chips.


A Broadcom prometeu não vender a estrangeiros ativos críticos para a segurança nacional se seu acordo de aquisição da fabricante de chips Qualcomm for aprovado, em mais um esforço da empresa com sede em Cingapura para abrandar as preocupações de segurança dos Estados Unidos.

Separadamente, a Qualcomm disse que descontinuou o papel de presidente-executivo do conselho e nomeou um novo presidente não executivo do conselho, conforme busca favorecer os acionistas antes de uma disputa com a Broadcom agora esperada para 5/4.

A oferta da Broadcom de US$ 117 bilhões (cerca de R$ 370 bilhões) pela Qualcomm tornou-se uma complexa disputa sobre aprovações regulatórias, gerou questionamentos de segurança sobre a influência da China nas redes globais de celular e a melhor forma de financiamento futuro para as maiores fabricantes de chips do mundo.

Em uma carta aberta ao Congresso dos EUA, a Broadcom prometeu investir US$ 3 bilhões em pesquisa e engenharia e US$ 6 bilhões em manufatura nos Estados Unidos anualmente, sem informar a comparação com os atuais gastos das duas empresas.

A reunião anual de acionistas da Qualcomm foi adiada em um mês, para 5/4, depois que o Comitê de Investimento Estrangeiro nos Estados Unidos ordenou esta semana uma revisão de segurança nacional sobre a aquisição. O governo dos EUA levantou preocupações de que empresas chinesas, incluindo a grande fabricante de rede de equipamentos e celulares Huawei Technologies, vão aproveitar qualquer oportunidade aberta para liderar a próxima geração de redes de celulares conhecida como 5G.

Fonte: Convergência Digital

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