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O que esperar do bitcoin?

Especialistas em moedas criptografas e em investimentos darão a resposta no Bitcoin Worl Congress & Expo, que ocorre em julho deste ano, em São Paulo.


O Bitcoin World Congress & Expo é mais uma iniciativa do Grupo Eletrolar, organizador da Eletrolar Show, a maior feira de eletroeletrônicos e tecnologia da América Latina, que reúne as maiores marcas e importantes nomes da indústria e do varejo dos dois setores. O evento, com congresso e exposição, vai abordar a utilização e o universo das moedas critptografadas. Será realizado em 25 de julho deste ano, no Transamerica Expo Center em São Paulo.

Especialistas em bitcoin e em investimentos, darão um amplo panorama sobre as moedas digitais e as oportunidades que podem propiciar no mundo dos negócios. Serão debatidos temas como a valorização do bitcoin, aceitabilidade e utilização no varejo, oportunidades de negócio, investimento, rentabilidade, segurança, regularização e moedas que se seguirão a ele. Na área de exposição, haverá um histórico sobre as moedas virtuais.

Em 2017, o bitcoin valorizou 1,378%. Em dezembro do mesmo ano, os primeiros contratos futuros baseados em bitcoin começaram a ser negociados na Bolsa de Opções de Chicago (Cboe na sigla em inglês). Este ano, a Nasdaq deve lançar contratos futuros de bitcoin. São duas vitorias, uma vez que a entrada das moedas nas bolsas de valores garante o afluxo de capitais por parte dos investidores e dos grandes fundos.

Menos taxas
Há 10 anos, pouco se falava da moeda protegida com criptografia, que então surgia no mundo digital, mas sua alta valorização, no ano passado, mobilizou todo o mercado e motivou a criação do Bitcoin World Congress & Expo. “Este é o momento adequado para aprofundar o conhecimento sobre esse tipo de moeda, que já considerado o meio de pagamento do futuro”, diz o presidente do Grupo Eletrolar, Carlos Clur.

Com o mercado global ligado nas plataformas digitais é importante um contato mais estreito com o mundo das moedas criptografas. Há aspectos polêmicos, que geram discussões e que podem afetar o sistema financeiro, como, por exemplo, a possibilidade de transferência de bitcoin entre pessoas ou empresas sem o intermédio dos bancos, o que implica em taxas menores e maiores lucros nas transações.

Pagar menos taxas no caso de transações é uma aspiração do mercado global, que estuda uma possível aplicação do blockchain, tecnologia que está por trás do bitcoin, para baratear as operações. “O assunto é complexo, pode provocar grandes mudanças no sistema financeiro e até apontar novos rumos para o setor, como será debatido no Bitcoin World Congress & Expo”, comenta o presidente do Grupo Eletrolar.

Fonte: Redação Eletrolar News

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