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Latin American Electronics traz boas oportunidades para o mercado brasileiro

Segunda edição do evento, que acontece de forma simultânea à Eletrolar Show, conta com a participação de empresas da China

Interessadas em estreitar relações comerciais com o Brasil e outros países latino-americanos, 180 empresas chinesas estão participando da segunda edição da Latin American Electronics. A exposição, realizada de forma simultânea com a 11ª Eletrolar Show, ocupa uma área de 6 mil m2 e reúne, basicamente, fornecedores de eletroeletrônicos e eletrodomésticos. A participação destas companhias é apoiada pelo Ministério do Comércio da China.

A cerimônia de abertura da exposição contou com a participação de diversos representantes de órgãos chineses ligados ao comércio. Na ocasião, o vice-secretário da Câmara de Importação e Exportação de Produtos Mecânicos e Elétricos, Guo Kuilong, destacou que a China vem investindo, cada vez mais, na qualidade dos seus produtos e espera que os expositores consigam fazer bons negócios no decorrer da feira.

“As melhores e mais competitivas empresas chinesas foram selecionadas para estarem na Latin American Electronics, sendo que 80% delas já possuem algum tipo de atuação no mercado brasileiro”, observou Kuilong. Temos muito a contribuir com o Brasil e demais países da América Latina. Hoje, por exemplo, a China detém 70% da capacidade produtiva global de geladeiras e outros eletrodomésticos e queremos atender a demanda destes países.”

Há pouco mais de 40 anos o Brasil estabelece uma relação diplomática com a China. Consequentemente, a cooperação comercial entre os dois países cresceu consideravelmente ao longo dos anos. Conforme lembrou o cônsul comercial e econômico chinês, Yu Yong, enquanto o comércio entre Brasil e China movimentou US$ 15 milhões em 1974, esta cifra alcançou quase R$ 70 bilhões em 2015.

“Desde 2012, o Brasil é o principal parceiro comercial da China. Aqui, já investimos US$ 20 bilhões e queremos ampliar a geração de negócios provenientes do setor de eletroeletrônicos e eletrodomésticos”, ressaltou o cônsul. “Este é um segmento muito importante para a China. No primeiro semestre deste ano, a cada 10 produtos que vendemos ao Brasil, oito foram produtos eletrônicos.”

Para Carlos Clur, presidente do Grupo Eletrolar e organizador do evento, fatores como a estabilidade do dólar e a maior confiança do mercado na atual política econômica tendem a favorecer a ampliação do comércio bilateral entre o Brasil e a China.

Fonte: Redação Eletrolar News

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