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Auditório lotado na 1ª edição do Blockchain World Congress

Evento foi realizado na Electronics Home, em Buenos Aires, Argentina


Mais de 250 pessoas lotaram a primeira edição do Blockchain World Congress, realizado na Electronics Home, a primeira feira B2B de eletroeletrônicos de consumo em Buenos Aires, Argentina. O evento, organizado pelo Grupo Eletrolar, teve várias conferências sobre as mudanças que a tecnologia blockchain está produzindo nas diferentes indústrias e mercados.

A era das criptomoedas foi a primeira conferência do evento, que contou com a participação de Maria de Pablo Orlando, presidente da EO Argentina, Federico Ast, CEO da Kleros e Gonzalo Arzuaga, gestor da Terrifico Capital. Foram abordadas as características do bitcoin e de outras criptomedas, bem como os conceitos-chave relacionados ao blockchain.

Entender o blockchain e suas aplicações foi o tema da segunda conferência, a cargo de Maria Murano, lider de tecnologia blockchain da IBM Argentina, Gonzalo Blousson, co-fundador e CEO da Signatura e José Dominguez, diretor de tecnologia da Thomson Reuters. “Para seguir o caminho do blockchain é preciso criatividade e união. É necessário acelerar e comercializar na rede, inovar e integrar”, afirmou Maria Murano.

“Aqui nasce a certeza digital que vai conquistar o mundo. O que está registrado no blockchain ficará lá para sempre. É transparente e qualquer um pode ser o auditor. Nenhum terceiro é necessário para proteger as informações. O bockchain é útil para todos os tipos de documentos. Seria muito importante que essa tecnologia fosse aplicada nos governos, geraria maior transparência”, disse Gonzalo Blousson.

Jose Dominguez, CTO da Thomson Reuters, destacou: “A blockchain está mudando a maneira como advogados e contadores trabalham. Um exemplo é o contrato inteligente, executado a partir de instruções escritas em código. Portanto, podemos decidir que, hoje, a tecnologia fala a mesma linguagem que os advogados e contadores”.

Em seguida, Bach Nguyen, gerente de marketing da Trezor, apresentou as carteiras Trezor, criadas pela empresa tcheca Satoshi Labos.”A primeira carteira Trezor foi criada em 2014, na época, era a primeira de hardware para armazenar criptomoedas”, contou. Bach também falou sobre segurança, destacando que “todas as transações devem ser autorizadas com o dispositivo fisicamente presente.” Hoje, a carteira da Trezor suporta mais de 14 criptomedas

A terceira conferência, sobre investimento em criptomedas, teve a participação de Manuel Beaudroit, CMO da Bitex, e de Franco Amati, co-fundador da ONG Bitcoin Argentina. A conferência final sobre a visão dos investidores em tecnologia blockchain contou com Ariel Arrieta, co-fundador da NXTP Labs, Ignacio Plaza, senior manager partner da Draper Cygnus, Guillermo Cerviño, presidente do Banco Comafi e Miguel Santos, co-fundador e CEO da Technisys. O mediador foi Jairo Straccia, jornalista especializado em economia e finanças.

Fonte: Redação Eletrolar News

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