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Ânimo do consumidor reflete no varejo, que fecha 2017 com saldo positivo após dois anos

E-commerce manteve índice consistente e fechou 2016 com crescimento de 22,6%. Regiões Norte, Sul e Sudeste continuam com crescimento acima da média.


O ano de 2017 terminou positivo para as vendas do varejo, após dois anos negativos, revelando uma perspectiva otimista para os varejistas em 2018. Segundo o Indicador de Varejo Mastercard, SpendigPulse, o ano passado apontou crescimento de 1,2% nas vendas totais – excluindo os setores de automóveis e materiais de construção – número bastante positivo para o mercado, principalmente, se comparado aos anos de 2015 e 2016 que fecharam com queda de 8,9% e 4,5%, respectivamente.

Mais uma vez o destaque fica para o e-commerce, que vem registrando crescimento ao longo dos dois últimos anos e encerrou 2017 com consolidado aumento de 22,6%. Em dezembro, o volume de vendas totais registrou crescimento de 2,3% em relação ao mesmo período de 2016. O aumento na porcentagem de compras representa uma compreensão positiva para o cenário varejista.

No último ano, os setores de supermercados, material de construção, artigos farmacêuticos, móveis e eletrodomésticos alcançaram crescimento acima do indicador de vendas de 1,2% Em contraste aos setores de artigos de uso pessoal e doméstico, vestuários, combustíveis, que tiveram desempenho abaixo.

Natal
Na semana que antecedeu o natal, as vendas do varejo tiveram expansão de 4,5% na comparação com o mesmo período do ano passado, demonstrando um bom resultado para o varejo, o que auxiliou significativamente no crescimento das vendas do mês.

Desempenho nas regiões brasileiras em dezembro de 2017: a região Norte (3,7%), Sul (4,6%) e Sudeste (2,8%) tiveram desempenho acima da média, enquanto Nordeste (1,4%) e Centro Oeste (-0,5%) ficaram abaixo do registrado pelo varejo, na comparação com dezembro do ano anterior.

“A partir do que o Indicador Mensal da Mastercard, SpendingPulse, tem apresentado ao longo do ano, principalmente no segundo quarter, quando pudemos observar uma queda da taxa de desemprego aliado a melhora no crescimento da massa salarial impactando positivamente o resultado das vendas do varejo, notamos um entendimento otimista para o mercado em 2018”, ressalta César Fukushima, economista-chefe da Mastercard Advisors no Brasil.

Fonte: Tamer

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